- news
- biography
- discography
- pictures
- links
- contact
| Vortexsoundtech are making progress in the studio and are working on the last bits of "The death of us all". Thanx to our fans for their continued support. This new release will be one hundred percent free, exclusively via vortexsoundtech.com. Release date: September | |
![]() |
Multi-award winning director JacktheZipper invites you to Enter the Peepshow...featuring an edgy and psychedelic soundtrack to match the visual mayhem from Ego Plum, Kraddy, VortexSoundtech and Ninfa. “Peepshow might be the strangest movie I’ve ever done,” says director and producer, JacktheZipper. |
Antígona
07.04.2010@TNSJ |
Music by Vortexsoundtech Entremos na noite de Antígona guiados pela mão de Roberto Calasso: “Do sacrifício, juntamente com o sangue, escorrem as histórias. Assim afloram as personagens da tragédia”. Assim aflora Antígona, a “filha de Deus antes de Deus ser conhecido”, que vem expor na praça pública o martírio do seu coração. Dizem-nos que a tragédia grega nasceu quando o homem começou a ver os mitos com os olhos do cidadão, quando o homem começou a cismar sobre o divino. A Antígona de Sófocles convoca-nos para o centro deste tremendo debatepolítico e filosófico, dramatizando os encontros e desencontros entre as leis escritas dos homens e as leis não escritas dos deuses. E este conflito não tem fim, nem vencedores. Século após século, Antígona sai do escuro e continua a falar-nos dos prodígios e das insuficiências do humano. Depois de Breve Sumário da História de Deus, Nuno Carinhas volta a interrogar as “coisas primeiras”, oferecendo à cidade a sua (e a nossa) primeira tragédia grega. À semelhança de Édipo, também Gil Vicente e Sófocles sabiam a resposta ao enigma da Esfinge: “É o homem”. |
Paraíso Perdido
|
Music & sound design by Vortexsoundtech Partidário da causa republicana e fervoroso adepto da execução de Carlos I, John Milton (1608-1674) sobrevive como que por milagre à restauração da monarquia e do absolutismo em Inglaterra. Talvez essa sobrevivência tenha um único propósito, providencial: que um Milton cego, arredado da esfera pública, dite à filha uma obra cuja posteridade crítica será marcada por violentos confrontos: Paraíso Perdido, longo poema épico sobre a Queda do Homem e a consequente expulsão do Paraíso, também classificado como uma assombrosa reflexão retórica sobre o bem e o mal, e a liberdade – a liberdade para escolher, a liberdade para cair. O irresistível parentesco com o Breve Sumário da História de Deus leva o TNSJ a promover uma autêntica maratona de leitura – com duração prevista de quatro a cinco horas – dos 10.565 versos do clássico, beneficiando da tradução que Daniel Jonas fez da magnum opus desse parente inglês de Homero e Virgílio. Um acontecimento apenas para eleitos, pois, como anota o tradutor no prefácio, “o poema já escolheu os seus leitores”. |
Emilia Galotti
|
Music & sound design by Vortexsoundtech with Sílvia Alves (cello) Nuno M Cardoso prossegue, na nossa companhia, uma viagem pela literatura alemã, com escalas em Goethe, Fassbinder e Brecht. Desta vez, resgata da sombra a mais controversa das peças legadas pelo filósofo e dramaturgo Gotthold Ephraim Lessing, um dos mais decisivos reformadores da arte dramática europeia. Estreada em 1772, Emilia Galotti foi desde então sucessivamente amada e repudiada, permanecendo uma esfinge com muitos segredos. Nunca saberemos o que verdadeiramente aconteceu no encontro entre o príncipe Gonzaga e a burguesa Galotti. E essa dúvida, que se instala no início do segundo acto, propaga-se como uma “peste emocional” até ao desenlace trágico. Emilia foi seduzida ou seduziu? Foi vítima da arbitrariedade do poder ou da fascinação pelo poder? Lacónico e perverso, o autor não esclarece nem julga as motivações das suas personagens. Em Emilia Galotti aprendemos a desconfiar da verdade. No livro Homens em Tempos Sombrios, Hannah Arendt escolhe uma frase de Lessing que lhe parece condensar a sabedoria de todas as suas obras: “Que cada homem diga o que considera verdade, e deixe ao cuidado de Deus a verdade em si!”. |
Maria Stuart
|
Music & sound design by Vortexsoundtech Maria Stuart, tragédia de Friedrich Schiller baseada na vida de Mary I of Scotland. Maria está prisioneira em Inglaterra. A pretensão ao trono faz com que a sua prima, a rainha Elizabeth I a condene à morte. É um choque de poderes, de duas mulheres diametralmente diferentes que se batem pelas mesmas coisas, o amor, o poder e o trono. Uma visão muito particular desta obra com encenação partilhada de Cristina Carvalhal e Nuno M Cardoso. Duas visões diferentes, uma mesma peça. |
|
![]() |
M. d'ARC vocals, the human thing, performance, composition
|
![]() |
nRv composition, electronic gadjets, programming
|
![]() |
Tatsumaki electric guitar, samplers, special fx
|
Um projecto com uma maior vertente experimental e de carácter artístico fundamentalmente inovador. Após alguns meses de actividade criativa sentem necessidade de uma nova componente na engrenagem, surge M. d'Arc (Alienação Mental, Umberto Arno, Dr.Alienado e o Projecto Cobaia, Espiral) para dosear uma humanidade no projecto.
Começam-se a delinear novos contornos no projecto VortexSoundTech. Gravam-se temas, marcam-se concertos, horas de estúdio, mais gravações, conceptualizam-se espectáculos, criam-se novos temas, discutem-se novas produções, ouvem-se críticas, pedem-se apoios, fazem-se vídeos, músicas para instalações, espectáculos de teatro, arrisca-se. Sem dúvida um projecto com uma forte componente electrónica. Que vai desde o delico-doce ambiental ao pesado techno-industrial. No entanto, essa componente electrónica é revitalizada com a participação de elementos eléctricos, mecânicos e humanos.
Fiery Silence (2008) Ed. Thisco Records
"L´album s´ouvre sur un "Upon the Circumcision" à l ámbiance aussi sombre et équivoque que son intitulé avec une vertigineuse montée en puissance et en tension, puis évolue de morceau en morceau à grand renfort de rythmes saccadés, d´expérimentations grésillantes, de plages plus linéaires parfois à la limite de la neutralité, pour retrouver une verve quasi épileptique la minute suivante." Sabine Moreau (Elegy n57 FR) "If you're into techstep, darkstep and neurofunk as well oldschool industrial music, you absolutely must check out this album. A lot of artists could learn a thing or two from these guys..." Jonas Mansoor@CB "The trump card is in fact the vocal support of fast and danceable sounds. it sounds mysterious and that is precisely what makes it pleasing to my ears..." Stephan@nonpop |
|
Black Hole (2005) Ed. MiMi Records |
|
Triple X (2003)
|
|
Antígona (2010) de Fassbinder, produção Teatro Nacional São João
|
|
Maria Stuart (2009) de Schiller, produção Cão Danado |
|
Emilia Galotti (2009) de Lessing, co-produção Cão Danado, Teatro Nacional São João
|
|
O Café (2008) de Fassbinder, produção Teatro Nacional São João |
|
Otelo (2007) de William Shakespeare, co-produção Cão Danado, Teatro Nacional São João |
|
Fiore Nudo (2007) a partir de Don Giovanni de Mozart, produção Teatro Nacional São João |
|
Sorrisos de Bergman (2004) de Ingmar Bergman, co-produção Cão Danado, Teatro Nacional Dona Maria II |
|
Gretchen (2003) de Goethe, co-produção Cão Danado, Teatro Nacional São João |
|
Psicose (2001) de Sarah Kane, produção Cão Danado |
|
|
3Samurai (2002) EP (Ed. Autor Limitada)
|
|
Black triangle (2002) EP (Ed. Autor Limitada)
|
|
20mg (2000) EP (Ed. Autor Limitada)
|
|
40mg (2000) EP (Ed. Autor Limitada)
|
|
STADIUM (Phantas-Mix) (2005) |
|
Inês d'Orey Soundtrack (2004) |
|
CINEKOMIX!!! (1994) Soundtrack for "WILL EISNER cinekomix+film interview" from director Edgar Pêra |
|
|
|
V.A. Falésia 2 (2008) VortexSoundTech "EDO 1603-1867" |
|
Saudade: V.A. from Atlantic Coast (2006) VortexSoundTech "Dwaine" |
|
V.A. À Sombra De Deus Vol.3 (2004) VortexSoundTech "Distances" |
|
V.A. Exoniqe (2003) VortexSoundTech "Swords Over The Sky" |
address:Rua do Nascente, nº13 4705-473 Escudeiros - Braga, Portugal
email:vortexsoundtech@gmail.com vortexsoundtech@hotmail.com
phone:+351.965860728 +351.253251695
|
![]() |
|


14.12.2009@TNSJ
28.10.2009@TNSJ
10.11.2009@Teatro Helena Sá e Costa






















